Amei mais depois que soube que era uma menina, tinha um nome e também uma imagem de como seria na minha mente.
Amei mais depois que senti o primeiro chute, confirmando que tinha mesmo uma bebê aqui dentro.
Amei mais depois que o papai sentiu o chute.
Amei mais esses dias que você começou a passar o pé (ou a mão?) por dentro da minha barriga. É uma sensação ótima e emocionante, muito diferente dos chutes. Dá pra ver por fora o movimento indo e vindo, como se estivesse limpando um pára-brisa. Amo mais todas as vezes que você faz isso, já que parece que está fazendo carinho em mim. Esses movimentos foram mais legais e emocionantes do que os chutes. Fico maravilhada toda vez que eu vejo. Às vezes eu choro, às vezes eu dou gargalhadas, e às vezes eu converso com você e te digo "te amo, te amo e te amo" e agradeço muito por estar aí.

Amei mais esses dias que senti cócegas e uma pressãozinha na base da barriga. Fui correndo perguntar à @turmadabarriga o que era isso. Disseram-me que era a sua cabecinha lá embaixo mexendo e por isso eu sentia essas cócegas e pressão. Fiquei imaginando então a sua cabecinha virando, você abrindo os olhinhos, abrindo a boca.
E em meios aos meus sonhos bizarros durante toda a gravidez (leia-se BIZARROS demais, com direito a dentes, imagens sexuais, bichos peludos, feridas, bichos que falam, monstros correndo atrás de mim, eu matando monstros, carne de monstro, monstros transando, montanha russa velha, barco pirata, pêlos, cabeça ferida, insetos gigantes, mutantes, insetos transando, mutantes transando, bichos transando, todo mundo trepando, etc) eu sonho com uma menininha linda, com roupas cor de rosa e lilás, sorrindo, me olhando, ficando perto de mim. Aí eu começo a imaginar como será, como será seu rosto, seu cabelo, sua pele e seu sorriso. Mas aí, só de lembrar que você simplesmente será, está aqui e estará logo mais nos meus braços, eu amo mais.
Amo muito, um amor que eu nunca senti na vida. O mais forte de todos os amores, mais intenso, o mais sincero e o mais espontâneo.
Te amo, te amo e te amo!
É maravilhoso ter você ai.
Marcadores: 28 semanas, amor de mãe
Muito feliz de verdade! Eu estava precisando disso, ter o meu canto, ficar mais em paz e crescer, aprender a cozinhar, lavar e passar as roupas, fazer faxina. Tudo muda. Na casa da minha mãe eu tinha ali tudo na mão. A maravilhosa Maria que trabalha lá em casa, ops, na casa da minha mãe, além de fazer uma comida maravilhosa, lava e passa a roupa, deixa a casa em ordem e limpinha. Pena que não posso colocar a Maria junto na mudança. Vai ser difícil fazer a faxina com esse barrigão!
Minha mãe está meio de bode, chorou, fez cara de mal, depois cara de ué, cara de triste. Mas ela sabe que vai ser melhor assim. Eu preciso disso.
Então, é o nosso apartamento! Bem pequeno, quase pego algo na geladeira daqui da sala. Mas é o nosso cantinho. Estamos arrumando tudo aos pouquinhos. Ontem o Thi fez surpresa e na hora que eu cheguei, a parede da sala estava como eu queria: marrom e linda!
Alguém mais nasceu e eu não sei? Desculpe, estou tão em falta com as visitas nos blogs e no twitter...
Marcadores: 27 semanas, mudança
Quer saber? E vocês, querem? Preparem-se, a história é longa, mas engraçada, inusitada e linda!
Liga aí uma música romântica e manda ver na leitura, você não vai se arrepender.
Tem drama, amor, briga, sexo e traição! hahaha
Eu sempre me questionei sobre a existência de almas gêmeas e amores à primeira vista. Se existe mesmo “almas gêmeas”, Deus então fez com que essas duas almas nascessem na mesma cidade, pra elas se encontrarem? Achava tudo isso uma bobagem... e se a minha estivesse do outro lado do mundo? E se ele morasse no Japão? No Tocantins? E se eu nunca fosse pra um desses lugares? E acho que nem vou mesmo.
Então também Deus fez com que meus melhores amigos nascessem na mesma cidade que eu pra que a gente se conhecesse e se desse bem. Deus fez tudo programado? Ele deve entender bem do destino pra ser assim. Ou o encontro entre eu e meus amigos aconteceu por acaso, porque a gente estava ali e se deu bem e gostava talvez de algumas mesmas coisas e as outras a gente se influenciou.
Mas o assunto da alma gêmea ainda me intriga. Não pode mesmo ser tão óbvio e ele estar aqui na mesma cidade, perto de mim. Tem que acontecer uma coisa interessante, um motivo, uma viagem, pra gente se conhecer e se achar. Sabe?
Eu tive um namorado que eu tinha certeza que não era minha alma gêmea. Simplesmente pelo fato de eu não querer casar com ele e de ele pensar de uma forma diferente da minha. Na verdade, acho que ele não pensava muito e isso era uma grande diferença. A gente se dava bem, mas na maioria do tempo brigávamos. Tenho certeza que eu gostava dele, gostava sim. Se não, não teria perdido três anos da minha vida me dedicando a um namoro que às vezes era muito chato, rotineiro e perturbador. E ele gostava de mim. E a gente se gostou bastante pra ter se aturado tanto. Mas ele não era minha alma gêmea. Se fosse, não seria o ex-namorado e se é ex é porque não foi bom, não deu.
Eu já estava de saco cheio. E teve um dia, uma festa, um momento oportuno, divertido e legal e eu o traí. E no momento que eu beijava aquela boca diferente da que eu beijei durante três anos passaram milhões de coisas na minha cabeça, além da empolgação e felicidade. No outro dia, eu acordei e a primeira coisa que eu fiz foi terminar com ele e da forma mais fria possível: pelo telefone. Chorei durante um mês. Nem sei se foi pela falta dele, ou pela falta de alguém... se eu traí, é porque não gostava mais mesmo.
Durante os meses de solteira, eu aproveitei ao máximo. Parecia um cachorro de coleira libertado e correndo por todos os cantos possíveis. Conheci um monte de gente nova, fiz tudo que eu queria fazer, fui a um monte de festas, passei o Dia dos Namorados sozinha e meu aniversário também. Mas rodeada de amigos perfeitos.
Um dia depois do meu aniversário, 23 de agosto de 2007 eu saí com uma roupa qualquer pra trabalhar. Eu nunca fui relaxada, mas tem dias que eu me arrumo menos. Esse dia eu estava de sandálias rasteiras, calça jeans de lycra e uma blusa e cavada preta com paetês e miçangas. Cheguei no trabalho as meninas já começaram a falar de uma festa que ia ter a noite. Eu trabalhava com um monte de meninas universitárias e estagiárias como eu que iam a festas da Universidade com bebida à vontade, música e gente. Eu naquela correria de trabalho, faculdade e depois casa apenas pra dormir, não ia ter tempo pra trocar de roupa. E as meninas diziam que festas da Unicamp ninguém se arruma pra ir, tudo bicho-grilo a fim de beber e conversar, talvez dançar um pouco e ver gente. Festa da Biologia da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp – em uma república de estudantes chamada Subako de Cobra. Juro que eu tive medo, mas parecia ser muito divertido. E era isso mesmo, um povo estranho que debochava de mim porque eu estava bem arrumada (estava?), com unhas pintadas parecendo uma patricinha. Fiquei nervosa quando um cara veio e perguntou que curso que eu fazia. Faço publicidade e propaganda! Ué, na Unicamp não tem esse curso. Sim, eu era uma deslocada naquela festa e ainda tinha que ouvir a frase ridícula: “hahaha, você paga a minha e a sua faculdade”. Daí quando outros perguntavam o que eu fazia, eu dizia “pedagogia” pra tapear e deixar por isso mesmo, pra não precisar ficar explicando.
Quando você bebe, além de ficar bêbado, quer ir ao banheiro toda hora ou meia hora... ou menos! Imagine o estado do banheiro de uma festa que era 5 reais pra entrar, com bebida liberada. As mulheres têm um sério problema com banheiros. Eu não sei fazer xixi em pé. Não sei mesmo! E tem umas que fazem em pé pra não encostar na privada. Aí, pensa, com certeza ela vai urinar dentro, fora, envolta... mulheres não sabem coordenar o xixi em pé igual os homens, se é que me entende. Sendo assim, o banheiro estava todo mijado. Alguma menina super legal conseguiu entupir a privada com o pouco e talvez o último pedaço de papel higiênico que tinha. Esse dia eu aprendi a fazer xixi em pé. Horrível! Mas do que adianta? Eu estava pisando em um monte de xixi ali misturado, de sandália rasteira. Contato direto com meus pés, entende? Mas eu precisei ir ao banheiro várias vezes, não teve como. Paguei todos os meus pecados naquele banheiro. Ainda bem que eu só tive vontade de fazer xixi.
Sabe aqueles filmes americanos de adolescentes que tem festa em uma casa de 2 andares, cheia de gente bêbada e cada cômodo uma música? Me senti num filme assim. Lá embaixo tocava um pagodão horrível do lado da piscina. Nada contra, mas não gostei. Tinha uma parte da casa que estava tocando MPB acompanhada de uma gente meio estranha. E lá em cima, tinha um palquinho de madeira tocando umas músicas eletrônicas da moda. Eu dancei no palquinho de madeira com a minha amiga, foi super divertido na hora. Mas agora eu lembro disso e fico com vergonha, tenho que confessar. Quando eu desci do maldito palco um nerd derrubou cerveja em mim. Eu estava então exalando odores de cerveja e suor do corpo e de xixi do pé. Coisa linda mesmo. Prendi o cabelo e desencanei. Estava toda feia, suada, rímel borrado que me faz parecer um panda ou aquela que não dorme faz dois dias.
Estava eu ali, com minhas amigas, até que elas acharam uns mocinhos e cada uma foi pra um canto. Eu até já tinha esquecido do que estava acontecendo e de onde estava quando um menino alto de blusa verde com um copo na mão apareceu e ficou me rodeando. Eu ali dançando igual uma boba, sozinha e ele ali me olhando. Ai que vergonha! Eu adoro fingir que as coisas não são comigo às vezes, como por exemplo, não cruzar olhar nenhum com o menino. Mas ele fez um jeito bobo com a boca ao me ver que me encantou. Jeitos bobos e engraçados me encantam. Acho que é porque eu me identifico. E ele rodeou e veio até mim. Toda festa acontecia isso, nessa mesma festa aconteceram diversas vezes, mas com esse aí eu fiquei nervosa e meu coração bateu. Pra falar a verdade, não lembro o que a gente conversou direito. Lembro que ele perguntou se eu estava sozinha (o maior xaveco furado possível, né!) e eu olhei pros lados e não achei nenhuma das minhas amigas, mas disse que estava com elas. Não lembro do que mais a gente conversou, até que a gente se beijou. Aliás, ele me beijou.
Foi muito bom. Muito mesmo. Daí ele me falou o nome dele. Thiago. Fazia engenharia civil lá na Unicamp. Pra ele eu contei que fazia publicidade e propaganda em outra faculdade particular e blá blá blá. Ele pediu meu telefone. Eu dei. E a lua estava linda lá fora. Eu juro que isso não é uma frase de apaixonada pra acompanhar a histórica romântica aqui, ela estava linda mesmo! Cheia, iluminando a noite, sabe? Coisa linda mesmo. E eu perguntei a idade dele. Ele disse: “quantos anos acha que eu tenho?” Eu: ah, uns 23. Ele: “faço 23 na próxima quarta”. E eu soltei a frase toda empolgada e feliz: “Sério?? Eu fiz 20 anos quarta-feira passada! Olha, acho que isso é um sinal”.
Eu sempre meio que acreditei nessas coisas de sinal. Pra mim, alguns acontecimentos são sinais. Datas, números, essas coisas e outras. Depois de ter falado isso, eu me toquei e vi que tinha falado bobagem e que ele ia me achar a mais tola possível. Mas não, acho que ele apaixonou depois de eu ter falado isso e eu vi que ele era bem igual a mim, só por esse ‘sinal’.
Ele me ligou no dia seguinte. E desde então, estamos juntos. Cada dia o meu amor cresce. Eu olho pra ele e não consigo acreditar em como é lindo e maravilhoso! Também nas coisas que fala, nos gestos, nas atitudes. Eu fico cada dia mais apaixonada. Ele é assim, perfeito pra mim. Acredito que Deus colocou ele no meu caminho aquele dia. Eu não ia na festa, nem ele. Era pra gente se encontrar mesmo.
Ah, Deus me faz lembrar do assunto de alma gêmeas do começo desse texto e uma parte da história que eu esqueci de contar ali em cima. Depois que ele me beijou, contou o nome dele e me perguntou da onde eu era. E você Thiago, da onde você é? “Eu sou de uma cidadezinha chamada Franca”.
A cidade do sapato! É, e do basquete também viu?
Concluí que realmente almas gêmeas podem não ter nascido na mesma cidade, mas há circunstâncias inesperadas para que elas se encontrem.
Te amo. Sou muito feliz por estar ao seu lado e agora por estar gerando um fruto do nosso amor.

Marcadores: 25 semanas
"A alteração do labirinto (ouvido interno) pode ocorrer durante a gravidez, pela ação dos hormônios e do emocional, causando zumbidos, vertigens e tonturas."Foi isso que deu em mim. Uma sensação horrível, sentir tudo rodar ao levantar a cabeça do travesseiro ou simplesmente trocar de posição.
Por isso estive ausente esses dias (alguém sentiu minha falta?). Estou aqui escondida no computador, não posso ficar na frente dele, ou seja, não posso trabalhar. Não posso dirigir nem olhar muito pra televisão, o que me limita a ficar deitada olhando pro ar e sentir dor e desconforto. Logo passa, só sei que eu não quero mais dirigir, tenho tonturas toda vez que estou dentro do carro.
A única novidade foi que o Thiago sentiu a Mariana pela primeira vez! É, papai sentiu um chutinho por fora. E foi mágico! Eu fiquei mais feliz do que quando eu mesma senti. E foram três vezes! Agora os chutes estão mais fortes... fraco fortes, acredito que sejam muito mais fortes mais pra frente do que eu sinto agora.
E eu só quero que fique tudo bem, que nada aconteça de mal a minha menininha. Te amo.
Marcadores: 24 semanas, labirinto
Aqui na minha cidade, as farmácias não medem mais a pressão. Tive que ir no Postinho de Saúde. Sofri horrores! Primeiro porque obrigatoriamente, as gestantes devem usar a máscara lá. Aí fica todo mundo olhando meio torto, se afastando ou prendendo a respiração por achar que você tem a gripe do porco. É terrível! Fora a demora e situação precária do lugar.
Enfim, fiquei controlando a pressão, tirei o sal da comida e comecei a comer como passarinho, ou seja, quase nada. Na quarta-feira, a pressão estava normal e o médico fez cara de tacho. Disse que eu poderia voltar a trabalhar no outro dia. E cá estava eu, de volta ao trabalho. Quando me viram, me mandaram de volta pra casa pra cumprir os 5 dias de atestado... Beleza! Já que querem...Amei!
Voltei hoje a trabalhar normalmente. Na verdade eu ia adorar ter uma licença gestacional. Eu adoro ficar em casa. Esses 5 dias passaram tão rápido que eu nem aproveitei tanto e continuo cansada. Preciso de mais. Mas não quero que seja por passar mal e coisas do tipo. Aí fica difícil né?
Na quarta-feira fiz a ultra morfológica! Maravilhosa! Claro que eu fui tanto na expectativa que eu esperava mais... Mas não deixou de ser linda. Apesar de terem me enganado sobre a foto 3D, nem quero comentar isso.
Minha Mariana está com 641gr e 30cm. Por isso me sinto tão pesada! Mais de meio quilo carregando na barriga. Eu vi pela US que ela se mexe muito dentro de mim e fiquei furiosa por não sentí-la tanto...
Mas ela é linda! Tem as bochechas do papai e o dedão do pé da mamãe (isso foi o que a médica disse).
Marcadores: 24 semanas, pressão alta

Depois do filme fomos no WalMart fazer umas comprinhas. Comprei uma calça pra eu usar até os 9 meses, lindinha. Acreditem, lá tem roupinhas bonitas.
Na hora de passar no caixa, não fomos no preferencial pois não tinha fila nos normais. Aí a moça do caixa me olhou e perguntou de quantos meses eu estava. Pela primeira vez na vida eu me senti em corpo de grávida! Sei que isso soa estranho, mas eu não sou uma grávida gorda e sim uma gorda grávida. É, isso mesmo, eu era gordinha antes de engravidar, então a barriga maior só parecia que eu tinha engordado mais. Só agora ela tem forma redondinha de grávida.
Mas ontem eu confirmei isso e saí do trauma que fiquei de uma vez no caixa preferencial de supermercado: A mulher do caixa do caro supermercado (vulgo Pão de Açúcar) me olhou torto e disse que eu só podia passar ali se estivesse com poucas compras. Eu perguntei por que. Ela me disse que era o 'caixa preferencial'. Eu disse que sabia, que estava grávida e por isso estava ali e ouvi um "Ah, você é assim fortinha, não dá pra ver que está grávida". Foi traumático! E ontem passou, agora eu tenho forma de grávida! Ainda gorda, mas grávidaaaaa. Tudo bem que pareço estar de 12 meses... Ou grávida de quíntuplos (é, me perguntam se tem mesmo só um bebê aqui). Mas é grávida, e não só gorda.
O que acham?

Te amo Mariana! Seu amiguinho João Victor nasceu, ele é lindo de viver!!! Filho da Dressa. Toda felicidade do mundo pra vocês!
Marcadores: 22 semanas, filme, preferencial
"Grávida?? Nossa, mas como isso aconteceu???"
Eu não sou casada, mas fiquei noiva. Eu e o Thiago namoramos há 2 anos. Fiquei grávida tomando anticoncepcional (quem quiser saber mais eu conto o nome do falhoso). E muitas pessoas (principalmente as mais velhas) acham um absurdo eu estar grávida! Me sinto uma aberração as vezes. Como assim?? Como isso aconteceu?
Juntei respostas à altura pra dar da próxima vez que algum infeliz vier com essa pergunta cretina de novo:
- Usei a mesma toalha que ele
- Usei a privada dele
- Sentei na cadeira que ele estava logo que ele se levantou
- Usei a mesma colher que ele sem lavar
- Nadei na mesma piscina que ele (acreditem, tem gente que acha que é possível)
- Ele plantou uma sementinha em mim
- Beijei ele na boca
- A gente se abraçou bem apertado (acreditem, tem gente que acha que é possível)
- Chamamos a cegonha mais cedo
- Compramos um feto no Carrefour
- Ele me deu um teco do sorvete dele
- Você conhece sexo?
Mas nenhuma outra resposta vai deixar a pessoa tão envergonhada quanto esta: "Eu fiz amor com o Thiago e foi gostoso". O resto ela já deveria saber, ou pergunta pra mãe!
O que tem de assustador nisso?

Marcadores: 21 semanas, fecundação














